sexta-feira, 28 de junho de 2013

Jordy comemora rejeição da PEC 37



Com a pressão dos protestos nas ruas do Brasil, 430 deputados, muitos que nem eram contra, aprovaram o arquivamento da PEC 37. Jordy, que sempre esteve firme contra a corrupção, defendeu na Câmara, e ao lado de representantes dos Ministérios Públicos e do povo nas ruas, a rejeição da PEC da impunidade e comemorou o arquivamento. “Votamos e derrotamos a PEC 37. Devemos responder a outras agendas, como o fim do voto secreto, essa excrescência de uma democracia representativa que está sendo questionada nas ruas também”, afirmou o deputado. A PEC tentava retirar o poder de investigação dos MP’s.
 
Jordy lembrou que o PPS foi um dos primeiros partidos a se posicionar contrariamente à aprovação dela. Mas rejeitá-la não basta para atender ao clamor da população, afirmou o deputado. “A sociedade está exigindo mecanismos mais diretos de participação nas estruturas de decisão”. Jordy condenou o fato de os cidadãos não terem como controlar aqueles que elegeram por causa da guarida do voto secreto no Congresso, “entulho do Brasil velho, superado, dessas instituições que já foram sepultadas em grande parte pelas vozes da população nas ruas”.
 
O deputado defendeu ainda que seja votada a PEC dos defensores públicos. “Isso é dialogar com a população de baixa renda, porque existem estados como o Pará, onde um defensor, quando existe, responde por quatro, seis municípios”. O vice-líder disse também que é preciso acabar, com urgência, com o fator previdenciário e reverter “o absurdo que foi aprovado na Comissão de Direitos Humanos, que é o chamado projeto da cura gay, que está constrangendo o parlamento e que também tomou conta das ruas”. Jordy e o PPS encaminharam essas e outras medidas para a pauta de votação da Câmara nas próximas semanas.

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