
No Fórum das Ilhas, realizado nos dias 24 e 25 e junho no parque
dos igarapés, em Belém, o deputado Jordy debateu sobre Políticas Públicas de
Educação Ambiental e sua aplicabilidade no contexto paraense: Contribuições à
política estadual de Educação ambiental. O deputado já propôs a inclusão da
educação ambiental nas escolas públicas e defende a imediata implantação da Lei
dos Resíduos Sólidos, com repasse de recursos do governo federal para que os
municípios possam executar a lei.
A
luta de Jordy por condições de vida digna para as comunidades das ilhas é
incansável. No ultimo mês de maio, em audiência com Secretário de Saneamento do
município, o deputado apresentou algumas da região metropolitana, inclusive das
regiões das ilhas. Na ocasião Jordy levou algumas reivindicações da população
da Ilha do Cumbú, sobre a coleta de lixo e a implantação de um sistema de
abastecimento de água.
Jordy
levantou a questão dos recursos hídricos, destacou que dos 7 milhões de
habitantes do Pará, 2 milhões não têm acesso a água potável, e que para
cada cidadão e cidadã sem água hoje, o estado paga cinco vezes mais para tratar
a saúde pública, por conta das doenças geradas pela falta de saneamento básico.
Esse custo fica mais caro quando as vitimas dessas patologias são crianças, e
acaba sendo cinco a seis vezes mais do que poderia ser investido nas obras de
saneamento. “Será que o problema é de falta de recursos?”, questionou Jordy.
Ele
lembrou que empresas que fazem parte dos polos industriais de Ananindeua, Belém
e Barcarena, já foram notificadas pelo Ministério Público, em mais de R$ 37
milhões em multas, por agressões ambientais por metais pesados e outras
contaminações. Segundo o deputado, se fossem pagos 10% dessas multa (em torno
de R$ 4 milhões), ajudaria a resolver parte de projetos com micro sistema de
abastecimento de água para grande parte da população das ilhas.
Em
julho ele vai reunir com a direção da Eletronorte, que já garantiu ao deputado
apoio a sua proposição de implantar energia elétrica estável nas ilhas. O projeto
vai começar pelo município de Acará e até o final de 2013 comunidades
ribeirinhas do Acará já terão energia. Os órgãos ambientais já autorizam a
condução subaquática dos cabos de energia pelo rio Guamá.
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