No Pará, 180.088 crianças e jovens, entre 10 e 17 anos, trabalham. Cerca de 20 por cento (35.855) não frequentam a escola. Para o deputado Jordy, esses índices alarmantes mostram a ineficácia e a falta de políticas públicas para a infância e a adolescência. O Estado já é o 6º do país em trabalho infanto-juvenil e tem 55.240 crianças trabalhando, entre 10 e 13 anos, o que é proibido por lei. Os dados são do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e apontam que entre 2000 e 2010 esse índice aumentou em 5 por cento (Leia mais na matéria do dia 09/06 de O Liberal http://assinaturas.oliberaldigital.com.br/editions/2013/06/09/B/paginas/pdf/B11.pdf)
Defensor incansável dos direitos de crianças, adolescentes e jovens e de políticas públicas e leis de proteção à infância e aos jovens, Jordy acredita que a educação é sempre o melhor caminho para oferecer dignidade e qualidade de vida hoje e um futuro muito melhor para eles. Segundo Jordy, o estado brasileiro tem que executar políticas educacional e investir muito mais recursos nessa área, além da cultura, e de possibilitar emprego e renda às famílias, para que elas evitem que seus filhos se envolvam e sejam vítimas do crime do tráfico de drogas e outras violências. O trabalho de Jordy vai muito além da defesa das vítimas dos crimes de pedofilia e do tráfico de pessoas, em CPI que preside na Câmara Federal
Jordy defende melhor regulamentação do trabalho para o menor aprendiz, a partir de 14 anos. Entre os 11 Projeto de Lei que apresentou em pouco mais de dois anos de mandato, Jordy apresentou PL que institui pena de 2 a 4 anos para quem empregar criança e adolescente com menos de 14 anos. A mesma pena vai ser estabelecida para quem empregar adolescente até 16 anos, em locais e serviços perigosos e insalubres.
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