A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o tráfico de
pessoas no Brasil realiza nesta terça-feira audiência pública para
ouvir o operário Raimundo Braga de Souza, 22 anos, que afirma ter sido
conduzido à obra da hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, onde, inclusive,
teria sido vítima de prisão e tortura. As informações são da Agência Câmara.
O presidente da CPI, deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA), afirma que diversos trabalhadores foram levados às obras de Rondônia por empresas terceirizadas ou 'gatos' (pessoas que agem de má fé e conduzem centenas de trabalhadores para a exploração). "No caso dos canteiros de obras das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, essa situação se tornou a regra", diz.
A CPI, que deveria encerrar os trabalhos em agosto, foi prorrogada por mais 60 dias. Deverá funcionar até 10 de outubro. A intenção dos deputados é aproveitar os períodos de esforço concentrado para promover reuniões de audiência pública e votar novos requerimentos.
O presidente da CPI, deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA), afirma que diversos trabalhadores foram levados às obras de Rondônia por empresas terceirizadas ou 'gatos' (pessoas que agem de má fé e conduzem centenas de trabalhadores para a exploração). "No caso dos canteiros de obras das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, essa situação se tornou a regra", diz.
A CPI, que deveria encerrar os trabalhos em agosto, foi prorrogada por mais 60 dias. Deverá funcionar até 10 de outubro. A intenção dos deputados é aproveitar os períodos de esforço concentrado para promover reuniões de audiência pública e votar novos requerimentos.
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